Diga-me!
Que tua maldade,
reside na loucura.
Fruto da dor insuportável,
inerente na existência vã.
Dilacera!
Com teu desejo vil,
a procura do doce sabor da vida
que na tua vida se perdeu...
O pecado persegue o pecador.
Engana-te!
Quando divides
comigo esta culpa!
Mortificas o presente
e perpetuas a mágoa.
O crime reconhece o causante.
Sacia-te!
Tu que irás beber
todo este sangue,
derramado em nome
do desejo e da ambição.
Mente!
Tenta iludir a consciência.
Deter o horto das lagrimas,
Para não ver o que te tornas-te.

