O amanhecer trouxe consigo os silfos que, desde então, me acompanham na dança dos corpos ao sabor do vento. Sinto-me leve, sinto-me brisa, sinto-me feliz. Hoje, que a felicidade preencheu este vazio imenso que pairava em mim, te peço: diz-me se sentes; diz-me o que sentes; juntos percorreremos, descalços e sem amarras inúteis, estas searas de amor que nos rodeiam e sobre elas libertaremos pétalas nos caminhos contra o tempo para que, mais tarde, saibamos onde nos reencontrar.
Do lado do cipreste branco
À esquerda da entrada do inferno
Está a fonte do esquecimento:
Vou mais além, não bebo dessa água.
Chego ao lago da memória
Que tem água pura e fresca
E digo aos guardiões da entrada:
- Sou filho da Terra e do Céu
Dai-me de beber,que tenho uma sede sem fim.
(Renato russo)
Do lado do cipreste branco
À esquerda da entrada do inferno
Está a fonte do esquecimento:
Vou mais além, não bebo dessa água.
Chego ao lago da memória
Que tem água pura e fresca
E digo aos guardiões da entrada:
- Sou filho da Terra e do Céu
Dai-me de beber,que tenho uma sede sem fim.
(Renato russo)