Haverá futuro?
Recordo-me com melancolia, das historias que meu avô contava para mim e um pequeno grupo de crianças sobreviventes da ultima grande epidemia, que dizimou a maior parte de nós. Ele falava-nos de uma época, em que as pessoas ainda se apegavam a grandiosos sonhos e planos para um fausto futuro, que nunca veio.
Meu avo falava-nos, que há quase um século, tudo que a humanidade possuía de primordial a vida e expectativas de futuro, começaram a desaparecer quase que por completo. A guerra por motivos que ele nunca entendeu muito bem, a poluição do ar, contaminação dos rios e oceanos. Em fim, o esgotamento das reservas naturais do planeta, resultou na triste realidade destes dias sombrios que vivemos hoje.
Não sei dizer se a vida já foi melhor, pois nasci aqui mesmo, em meio a estes escombros. Só conheci este lugar, aos pés deste contorcido e desmesurado esqueleto, que já foi um gigantesco centro urbano.
Quando saímos pelas imensas avenidas abandonadas, a procura de provisões tento imaginar; como deveria ser na época em que as pessoas aglomeravam-se nesta fabulosa metrópole, agora morta. Imensas raízes, que parecem garras assustadoras, rompem o asfalto totalmente desgastado pelo tempo. Encontrar alguém nestas ruas abandonadas tornou-se muito raro. Quando isso acontece, nos enchemos de esperanças.
Não temos muito que esperar nestes dias difíceis que estamos vivendo, só podemos contar uns com os outros, para sobreviver com o pouco de dignidade que nos deixaram. Se pudesse voltar ao passado, diria aquelas pessoas iludidas e egoístas; que o futuro chegaria sim, mas não da maneira que acreditavam. Que seus remanescentes seriam apenas mutantes enfermos e replicantes sem almas.
Recordo-me com melancolia, das historias que meu avô contava para mim e um pequeno grupo de crianças sobreviventes da ultima grande epidemia, que dizimou a maior parte de nós. Ele falava-nos de uma época, em que as pessoas ainda se apegavam a grandiosos sonhos e planos para um fausto futuro, que nunca veio.
Meu avo falava-nos, que há quase um século, tudo que a humanidade possuía de primordial a vida e expectativas de futuro, começaram a desaparecer quase que por completo. A guerra por motivos que ele nunca entendeu muito bem, a poluição do ar, contaminação dos rios e oceanos. Em fim, o esgotamento das reservas naturais do planeta, resultou na triste realidade destes dias sombrios que vivemos hoje.
Não sei dizer se a vida já foi melhor, pois nasci aqui mesmo, em meio a estes escombros. Só conheci este lugar, aos pés deste contorcido e desmesurado esqueleto, que já foi um gigantesco centro urbano.
Quando saímos pelas imensas avenidas abandonadas, a procura de provisões tento imaginar; como deveria ser na época em que as pessoas aglomeravam-se nesta fabulosa metrópole, agora morta. Imensas raízes, que parecem garras assustadoras, rompem o asfalto totalmente desgastado pelo tempo. Encontrar alguém nestas ruas abandonadas tornou-se muito raro. Quando isso acontece, nos enchemos de esperanças.
Não temos muito que esperar nestes dias difíceis que estamos vivendo, só podemos contar uns com os outros, para sobreviver com o pouco de dignidade que nos deixaram. Se pudesse voltar ao passado, diria aquelas pessoas iludidas e egoístas; que o futuro chegaria sim, mas não da maneira que acreditavam. Que seus remanescentes seriam apenas mutantes enfermos e replicantes sem almas.
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